Câncer de mama

Câncer
de mama

O câncer de mama é o mais frequente em mulheres, e o segundo que mais mata no mundo, atrás do câncer de pulmão. Sua incidência é crescente, apesar de a maior parte dos diagnósticos serem atribuíveis a hábitos de vida modificáveis. A paciente com câncer de mama invariavelmente sofre muito psicologicamente, independente do estágio da doença.

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câncer de mama

TIPOS DE CÂNCER DE MAMA

O CÂNCER DE MAMA PODE SER CLASSIFICADO DE DIFERENTES FORMAS:

1. Quanto à invasividade:

  • Carcinoma in situ: sem capacidade de metastatizar.
  • Carcinoma invasivo: com potencial de disseminação para outros órgãos.

2.Quanto ao tipo histológico:

Os tipos mais comuns são o carcinoma ductal invasivo e o carcinoma lobular invasivo. Menos frequentemente, observam-se subtipos como o metaplásico, apócrino, neuroendócrino, entre outros.

3.Quanto ao perfil biológico:

  • Subtipo luminal: o mais comum, caracterizado pela expressão de receptores de estrógeno e/ou progesterona. Apresenta biologia mais favorável.
  • Tumor HER-2 positivo: mais agressivo, porém com excelente prognóstico devido à eficácia do tratamento anti-HER-2.
  • Tumor triplo negativo: não expressa receptores de estrógeno, progesterona ou HER-2, sendo o de pior prognóstico.

A principal medida preventiva é a mudança de hábitos de vida.
Fatores de risco como sedentarismo, consumo moderado ou elevado de álcool, sobrepeso/obesidade e diabetes podem ser modificados com a adoção de uma rotina mais saudável, que envolva alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, sono adequado e controle do estresse.

Aspectos reprodutivos também influenciam o risco: ausência de gestações e amamentação, menarca precoce e menopausa tardia aumentam a probabilidade de desenvolvimento da doença.

Cerca de 5 a 10% dos casos têm origem hereditária, com destaque para mutações nos genes BRCA1 e BRCA2. Atualmente, outros genes relacionados ao reparo do DNA também são reconhecidos como predisponentes.

O principal sintoma é o nódulo palpável, geralmente firme, indolor e de crescimento progressivo.
Pode haver retração ou infiltração da pele, conferindo-lhe aspecto de “casca de laranja”.
O mamilo invertido e a presença de gânglios palpáveis nas axilas também são achados possíveis.

Em casos mais raros, o sintoma inicial pode estar relacionado a metástases, manifestando-se por dor óssea ou abdominal, perda de peso ou outros sinais sistêmicos.

Na suspeita de um nódulo, os exames iniciais são mamografia e ultrassonografia.
Quando os achados são classificados como BIRADS 4 ou 5, é indicada a biópsia, que pode ser realizada por core biopsy ou mamotomia.

O laudo anatomopatológico (que define o subtipo histológico) e a imunohistoquímica (que avalia os receptores hormonais e o HER-2) devem ser emitidos em até uma semana, evitando atrasos no início do tratamento.

Em casos de dúvida ou demora excessiva, recomenda-se revisar as lâminas ou repetir a biópsia, o que frequentemente resulta em maior confiabilidade e agilidade diagnóstica.

Após a confirmação do diagnóstico, procede-se ao estadiamento, com exames de imagem destinados a avaliar a disseminação da doença, como tomografia, ressonância magnética ou PET-CT.

O TRATAMENTO É DEFINIDO CONFORME O TIPO HISTOLÓGICO E O PERFIL BIOLÓGICO DO TUMOR.


TUMORES LOCALIZADOS:

O tratamento inicial é cirúrgico, podendo ser:

  • Mastectomia, ou
  • Cirurgia conservadora (setorectomia ou quadrantectomia), seguida obrigatoriamente de radioterapia.

Sempre que possível, a cirurgia conservadora é preferida por oferecer bons resultados estéticos e oncológicos.


TUMORES AGRESSIVOS:

Nos casos de tumores HER-2 positivos, triplo-negativos ou luminais B com maior tamanho ou comprometimento linfonodal, associa-se quimioterapia para reduzir o risco de recidiva.

  • O tratamento anti-HER-2 é indicado para tumores HER-2 positivos.
  • A imunoterapia é indicada para tumores triplo-negativos.
  • A hormonioterapia, com duração mínima de cinco anos, é recomendada para os subtipos luminais, podendo variar conforme o risco tumoral.


TUMORES AVANÇADOS:

Nos estágios avançados, houve grande progresso terapêutico, com o uso de imunoterapia, anticorpos conjugados a drogas (ADCs) e hormonioterapias de última geração, que ampliam a sobrevida e melhoram a qualidade de vida das pacientes.

O acompanhamento psicológico é parte essencial do cuidado com pacientes com câncer de mama.
As repercussões físicas e emocionais — como alterações de peso, queda de cabelo, mudanças hormonais e impactos na autoimagem — exigem acolhimento e suporte contínuo, fundamentais para a adesão ao tratamento e o bem-estar emocional.

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