Tratamento dedicado a tumores de pele agressivos e raros, com protocolos baseados em evidências e atenção especial ao impacto na vida do paciente.
O sarcoma é um tipo de câncer que se origina no tecido conjuntivo, ou seja, nas estruturas que dão sustentação ao corpo, como músculos, gordura, vasos sanguíneos, nervos e ossos. Diferente dos carcinomas, que surgem em órgãos e glândulas, os sarcomas podem aparecer em várias partes do corpo, especialmente nos braços e pernas, mas também no tronco, abdômen e outras regiões.
Os principais fatores associados ao desenvolvimento de sarcoma incluem:
Os sinais mais frequentes de sarcoma podem incluir:
O diagnóstico de sarcoma envolve:
Não existem medidas de prevenção específicas garantidas para sarcomas, pois muitos casos surgem sem fatores de risco conhecidos. No entanto, reduzir a exposição a substâncias tóxicas e manter acompanhamento médico regular em pessoas com histórico de tratamento com radioterapia ou síndromes genéticas pode ajudar na detecção precoce.
O tratamento do sarcoma é planejado de forma individualizada e pode incluir:
Sarcomas podem voltar após o tratamento, mesmo após remissão inicial. Por isso, o acompanhamento clínico periódico, com exames de imagem e consultas regulares, é essencial para a detecção precoce de recidivas e para manutenção da saúde ao longo do tempo.
O melanoma é um tipo de câncer de pele agressivo que se origina nos melanócitos, as células responsáveis pela produção do pigmento que dá cor à pele. Embora represente uma pequena porcentagem dos cânceres de pele, o melanoma é responsável pela maioria das mortes relacionadas a esse tipo de tumor, devido à sua capacidade de se espalhar para outras partes do corpo quando não diagnosticado precocemente.
Ele pode surgir em áreas expostas ao sol, como rosto, braços e pernas, mas também pode aparecer em regiões pouco expostas, como plantas dos pés, unhas, mucosas e couro cabeludo. O melanoma é mais comum em pessoas de pele clara, mas pode ocorrer em qualquer tipo de pele.
No melanoma in situ, as células tumorais estão restritas à camada mais superficial da pele, chamada epiderme. Nessa fase, o tumor ainda não invadiu tecidos mais profundos.
Quando as células do melanoma ultrapassam a epiderme e atingem a derme, o tumor passa a ser considerado melanoma invasivo, com possibilidade de disseminação para outras partes do corpo por meio dos vasos linfáticos ou sanguíneos.
Os principais fatores de risco para o melanoma incluem:
O diagnóstico é feito por:
Após o diagnóstico, podem ser necessários exames adicionais para avaliar a extensão da doença.
As principais medidas de prevenção são:
O tratamento depende do estágio da doença e pode incluir:
O melanoma pode retornar mesmo após tratamento. Por isso, o acompanhamento regular com o oncologista e o dermatologista é fundamental para detectar precocemente possíveis recidivas ou novos tumores.
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